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Seguro-Desemprego 2025: Regras, Cálculo e Valores Atualizados

Seguro-Desemprego 2025: Regras, Cálculo e Valores | Contiva Contabilidade 💼 Seguro-Desemprego 2025: Regras, Cálculo e Valores Atualizados Por Contiva Contabilidade O seguro-desemprego 2025 é um dos temas mais buscados por trabalhadores que foram dispensados recentemente. Com as novas regras e valores atualizados, é importante entender como calcular, quem tem direito e qual o teto do benefício neste ano. A Contiva Contabilidade preparou este guia completo para esclarecer todas as suas dúvidas. 📌 O que é o seguro-desemprego? O seguro-desemprego é um benefício pago pelo Governo Federal ao trabalhador com carteira assinada que foi dispensado sem justa causa. Ele garante uma renda temporária enquanto o profissional busca uma nova oportunidade no mercado de trabalho. ⚖️ Quem tem direito ao seguro-desemprego em 2025? Foi dispensado sem justa causa; Trabalhou com carteira assinada pelo tempo mínimo exigido; Não recebe outro benefício do INSS (como aposentadoria); Não possui renda própria suficiente para seu sustento e de sua família. 🧮 Como calcular o seguro-desemprego 2025? Para calcular o seguro-desemprego 2025, o trabalhador deve considerar a média dos três últimos salários antes da dispensa. Com base nessa média, aplica-se a tabela atualizada pelo Governo Federal, que define o valor de cada faixa salarial. 💡 Dica da Contiva: o cálculo pode variar de acordo com o reajuste do salário mínimo. Consulte sempre as informações atualizadas no momento do requerimento. 💰 Teto e valor do seguro-desemprego 2025 O teto do seguro-desemprego 2025 é o valor máximo pago por parcela. Com o reajuste do salário mínimo, o teto é atualizado anualmente para manter o poder de compra do trabalhador. 🧾 Dispensa por justa causa: o que muda? A dispensa por justa causa é uma das situações que anula o direito ao seguro-desemprego. Abandono de emprego; Indisciplina ou insubordinação; Ato de improbidade (desonestidade); Embriaguez em serviço; Violação de segredo da empresa. 🏢 O papel da empresa no processo As empresas devem emitir corretamente o Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT) e o Requerimento do Seguro-Desemprego. Com uma contabilidade especializada como a Contiva Contabilidade, é possível evitar erros e garantir segurança jurídica. 📅 Como solicitar o seguro-desemprego 2025 O pedido pode ser feito 100% online pelo portal gov.br ou pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital. 📍 Conclusão O seguro-desemprego 2025 é um direito essencial para o trabalhador brasileiro. A Contiva Contabilidade está pronta para orientar empresas e trabalhadores em todo o processo de rescisão e benefícios trabalhistas — com segurança, clareza e suporte completo. 📞 Precisa de ajuda? Entre em contato com a Contiva Contabilidade: 🌐 www.contiva.com.br 📲 WhatsApp: (55) 5134-639115 Consultoria contábil completa para empresas e profissionais.

Guia Completo – Como Abrir Mei

Como abrir MEI (passo a passo) — Abrir CNPJ MEI | Contiva Contabilidade Como abrir MEI em 2025: passo a passo completo, custos e vantagens Guia prático — Contiva Contabilidade • atualizado Sumário O que é MEI? Vantagens de abrir MEI Quem pode ser MEI? Passo a passo: cnpj mei como abrir Custos Obrigações do MEI Erros comuns FAQ Checklist rápido Abrir MEI é a forma mais rápida e econômica de formalizar um pequeno negócio no Brasil. Se você quer abrir mei, obter um CNPJ MEI e começar a operar legalmente, este guia ensina cnpj mei como abrir em etapas claras: documentos, custos, obrigações e cuidados para não ter problemas no futuro. O que é MEI? MEI (Microempreendedor Individual) é um regime simplificado criado para formalizar trabalhadores autônomos e pequenos prestadores de serviço com faturamento limitado. O MEI oferece: Emissão de CNPJ e possibilidade de emissão de notas fiscais; Pagamento único mensal (DAS) que cobre tributos e contribuição previdenciária; Acesso a benefícios previdenciários (aposentadoria, auxílio-doença, etc.). Vantagens de abrir MEI Baixo custo de formalização: o cadastro no Portal do Empreendedor é gratuito. Tributação simplificada: um boleto mensal (DAS). CNPJ próprio: facilita abertura de conta PJ e contratação por empresas. Segurança previdenciária: acesso a benefícios do INSS. Quem pode ser MEI? Requisitos básicos: Faturamento anual dentro do limite do MEI (confirme o valor vigente no Portal do Empreendedor); Não ser sócio de outra empresa; Exercer uma das atividades permitidas na lista oficial de CNAEs para MEI. Dica: confirme sempre o limite e a lista de atividades atualizada em fontes oficiais ou com seu contador. Passo a passo: CNPJ MEI como abrir 1. Verifique se sua atividade é permitida Consulte a lista de ocupações permitidas para MEI no Portal do Empreendedor. Se sua atividade não estiver listada, avalie enquadramentos alternativos (ME, por exemplo). 2. Documentos e informações necessárias CPF e data de nascimento; Título de eleitor ou número do recibo da última declaração do Imposto de Renda (quando solicitado); Comprovante de endereço; Telefone e e-mail válidos; Escolha correta do CNAE (atividade principal). 3. Acesse o Portal do Empreendedor Entre no site gov.br → Portal do Empreendedor → Formalize-se. Faça login com sua conta GOV.BR ou crie uma. 4. Preencha o cadastro Informe dados pessoais, atividade (CNAE), endereço e dados para emissão do CNPJ. Em muitos casos o CNPJ é gerado imediatamente ao finalizar o cadastro. 5. Emissão do CCMEI Baixe o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI) — documento que contém o NIRE e o CNPJ. 6. Cadastro municipal e emissão de notas Verifique a necessidade de cadastro na prefeitura para emissão de NFS-e (nota fiscal de serviços) no seu município — regras e processos variam localmente. 7. Pagamento do DAS e obrigações periódicas Pague o DAS mensal e mantenha a Declaração Anual (DASN-SIMEI). Emita notas fiscais quando exigido pelos clientes e mantenha registro das receitas. Custos para abrir CNPJ MEI Registro: gratuito no Portal do Empreendedor. DAS mensal: valor fixo (INSS + ICMS/ISS quando aplicável). Extras opcionais: contador, alvará, certificado digital (se necessário para alguns emissores de nota) — esses têm custo. Obrigações do MEI Pagar o DAS mensal até o vencimento; Entregar a declaração anual (DASN-SIMEI); Emitir notas fiscais quando solicitado; Manter controle simplificado de receitas. Erros comuns ao abrir MEI Escolher o CNAE incorreto; Não verificar necessidade de alvará municipal; Ultrapassar o limite de faturamento sem migrar de regime; Deixar o DAS atrasar e acumular multas. Perguntas frequentes (FAQ) Quanto tempo demora para abrir o MEI? Em geral é instantâneo quando feito pelo Portal do Empreendedor, salvo exceções municipais. Abrir CNPJ MEI custa quanto? O registro é gratuito; há apenas o custo do DAS mensal. Preciso de contador para abrir MEI? Não é obrigatório, mas pode evitar erros no CNAE e no cumprimento de obrigações. Checklist resumido para abrir MEI Verificar se a atividade está no rol do MEI; Ter CPF, dados pessoais e comprovante de endereço; Acessar gov.br → Portal do Empreendedor → Formalize-se; Preencher cadastro e gerar CNPJ MEI; Checar necessidade de cadastro municipal / alvará; Pagar DAS mensal e guardar comprovantes; Entregar declaração anual. Observações de SEO e publicação Palavras-chave principais: abrir mei, abrir cnpj mei, cnpj mei como abrir, mei. Use H1/H2 conforme a estrutura, inclua imagens com alt apropriado (ex.: “passo a passo abrir MEI”), e implemente o JSON-LD de FAQ (já incluído neste HTML) para aumentar chance de rich snippet. Precisa de ajuda para abrir seu MEI? Se preferir, a Contiva Contabilidade pode ajudar na abertura do MEI, escolha do CNAE correto, cadastro municipal e emissão de notas. Evite erros que atrasam o início das atividades. Falar com um especialista no WhatsApp © Contiva Contabilidade — Conteúdo informativo. Este artigo é um guia prático; confirme valores, limites e exigências municipais em fontes oficiais ou com seu contador.

Abertura de Empresa: Passo a Passo Completo para Começar Seu Negócio Legalmente

Abertura de Empresa: Passo a Passo Completo para Começar Seu Negócio Legalmente Abrir uma empresa é o primeiro passo para transformar uma ideia em um negócio de verdade. A abertura de empresa vai muito além de ter um CNPJ — é o processo que garante que sua atividade seja reconhecida legalmente, permitindo emitir notas fiscais, contratar funcionários e crescer de forma segura. Neste guia, você vai entender como funciona a abertura de empresa, quais são os tipos de empresa, quanto custa e como a Contiva Contabilidade pode ajudar você a fazer tudo isso de forma rápida, segura e 100% online. ✅ O que é a abertura de empresa? A abertura de empresa é o processo de registro formal de um negócio junto aos órgãos públicos, como a Junta Comercial, Receita Federal e Prefeitura. Ao concluir esse processo, o empreendedor obtém um CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) e passa a ter todos os direitos e deveres de uma pessoa jurídica. Isso permite: Emitir notas fiscais; Abrir conta bancária empresarial; Contratar funcionários; Participar de licitações e parcerias; Aumentar a credibilidade com clientes e fornecedores. Formalizar o seu negócio é a base para crescer de forma sustentável e evitar problemas fiscais no futuro. 🏢 Tipos de empresa no Brasil Antes de iniciar a abertura da empresa, é importante definir qual tipo jurídico se encaixa melhor no seu perfil. Veja os principais: 1. MEI (Microempreendedor Individual) Ideal para quem fatura até R$ 81 mil por ano e quer abrir uma empresa simples, pagando poucos impostos. O processo é rápido e gratuito, mas tem restrições de atividades e não permite sócios. 2. LTDA (Sociedade Limitada) A mais comum entre pequenas e médias empresas. Permite um ou mais sócios e oferece proteção patrimonial, ou seja, o patrimônio pessoal não se mistura com o da empresa. 3. Empresário Individual Indicado para quem deseja trabalhar sozinho, sem sócios. É simples de abrir, mas não há separação entre bens pessoais e empresariais, o que pode gerar riscos em caso de dívidas. 4. Sociedade Simples ou SLU Mais usada para profissionais liberais e prestadores de serviço. A SLU (Sociedade Limitada Unipessoal) permite abrir empresa com apenas um sócio e sem capital mínimo elevado. 🪜 Passo a passo para abertura de empresa Para abrir uma empresa de forma correta e sem dor de cabeça, siga este passo a passo: 1. Defina o tipo de empresa e regime tributário Escolha entre MEI, LTDA, SLU, etc. Depois, defina o regime tributário: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. A escolha certa pode reduzir bastante a carga de impostos. 2. Escolha o CNAE (atividade principal e secundárias) O CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) define o que sua empresa faz. Essa escolha influencia os impostos, o enquadramento e até o tipo de alvará necessário. 3. Elabore o contrato social Documento que formaliza as regras da empresa, quem são os sócios e qual o capital social. Para MEIs, esse passo não é necessário. 4. Registro na Junta Comercial Aqui a empresa passa a existir oficialmente. O contador realiza o registro e obtém o NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresa). 5. Obtenha o CNPJ na Receita Federal Com o contrato aprovado, é emitido o CNPJ, que identifica sua empresa no Brasil. 6. Faça as inscrições estaduais e municipais Dependendo da atividade, pode ser necessário registrar a empresa na Secretaria da Fazenda (para comércio e indústria) e na Prefeitura (para serviços). 7. Solicite o alvará e demais licenças Alguns negócios precisam de alvará de funcionamento, licença sanitária ou ambiental. Dica da Contiva Contabilidade: quando você faz a abertura da empresa com nosso suporte, cuidamos de todo o processo do início ao fim, evitando erros e retrabalhos. 💰 Quanto custa a abertura de empresa? O custo da abertura de empresa depende de vários fatores, como: Tipo de empresa (MEI, LTDA, SLU etc.); Estado e cidade onde será aberta; Taxas da Junta Comercial; Honorários do contador; Certificado digital (quando necessário). Na maioria dos casos, o investimento para abrir empresa fica entre R$ 400 e R$ 1.200, variando conforme o porte e as exigências locais. Mas atenção: abrir empresa com ajuda de um contador evita erros que podem gerar multas e atrasos. Na Contiva Contabilidade, o processo é 100% online, com acompanhamento especializado e custo acessível. 👨‍💼 Por que contar com um contador é essencial? Abrir empresa parece simples, mas cada escolha tem impacto direto nos impostos e obrigações. Um contador experiente: Escolhe o melhor regime tributário; Preenche corretamente os cadastros; Evita pendências e erros com a Receita Federal; Garante que sua empresa comece regular e sem riscos fiscais. A Contiva Contabilidade oferece todo o suporte para quem deseja abrir empresa com segurança. Nós cuidamos do processo completo: ✅ Consultoria gratuita antes da abertura; ✅ Emissão de CNPJ e registros; ✅ Certificado digital por videoconferência; ✅ Orientação tributária e fiscal personalizada. 👉 Fale com a Contiva Contabilidade e abra sua empresa hoje mesmo! ❓ Perguntas frequentes sobre abertura de empresa 1. Quanto tempo demora para abrir uma empresa? Normalmente, entre 2 e 7 dias úteis, dependendo do tipo e do estado. 2. Posso abrir empresa sem endereço comercial? Sim, algumas atividades permitem endereço residencial ou virtual. 3. Preciso de contador para abrir empresa? Sim, exceto para o MEI. Para LTDA, SLU e outros tipos, o contador é obrigatório. 4. Posso abrir empresa online? Sim! A Contiva Contabilidade realiza todo o processo de forma digital e sem burocracia. 🚀 Conclusão: dê o primeiro passo hoje mesmo A abertura de empresa é o início da sua jornada como empreendedor. Com o suporte certo, você evita erros, economiza tempo e começa seu negócio de forma sólida. A Contiva Contabilidade ajuda você a abrir sua empresa sem complicação, 100% online e com atendimento humanizado. 👉 Entre em contato agora e veja como abrir sua empresa ainda hoje!

Split Payment: o que é, como funciona e como vai mudar a rotina das empresas

Split Payment: o que é, como funciona e como vai mudar a rotina das empresas 💰 Split Payment: o que é, como funciona e como vai mudar a rotina das empresas Meta description: Descubra o que é o Split Payment da Receita Federal, como ele funciona e como vai transformar o recolhimento de impostos e a rotina contábil das empresas brasileiras. A Receita Federal está avançando na modernização da arrecadação tributária e um dos temas mais comentados do momento é o Split Payment, também conhecido como pagamento dividido. Essa inovação promete transformar completamente o recolhimento de impostos no Brasil, automatizando um processo que hoje é manual, complexo e cheio de riscos. Mas afinal, o que é o Split Payment, como ele vai funcionar e o que muda para as empresas e escritórios contábeis? Vamos entender em detalhes. 🔍 O que é o Split Payment? O Split Payment é um modelo de arrecadação automática de tributos no momento do pagamento da nota fiscal eletrônica. Em vez de a empresa receber o valor total da venda e depois recolher os impostos via guias (como DAS, DARF ou DARE), o sistema divide o pagamento em tempo real, enviando a parte dos tributos diretamente para os cofres públicos. 💼 Uma parte vai para a empresa prestadora ou vendedora; 🏛️ Outra parte vai automaticamente para a Receita Federal, Estado ou Município, conforme o tipo de imposto envolvido. ⚙️ Como o Split Payment funciona na prática Imagine uma empresa que emite uma nota fiscal de R$ 1.000,00. No momento em que o cliente paga — seja via Pix, cartão ou boleto integrado — o sistema calcula automaticamente os tributos incidentes (por exemplo, R$ 150,00 de impostos). O pagamento é então dividido automaticamente: R$ 850,00 vão para a conta da empresa; R$ 150,00 são enviados diretamente para o governo. Assim, o recolhimento é feito no ato da transação, sem depender de emissão de guias, prazos de vencimento ou controles manuais. 🎯 Objetivos do Split Payment A Receita Federal pretende, com o Split Payment: Aumentar a eficiência e segurança da arrecadação tributária; Reduzir a sonegação e inadimplência fiscal; Simplificar o cumprimento das obrigações acessórias; Integrar Receita, bancos e plataformas de pagamento em um único fluxo automatizado. Em resumo, se o imposto é recolhido automaticamente no pagamento, o risco de não pagamento cai praticamente a zero. 🧮 Exemplo prático Situação Valor da Nota Impostos (15%) Valor Recebido pela Empresa Modelo atual R$ 1.000,00 Empresa recolhe manualmente R$ 1.000,00 Com Split Payment R$ 1.000,00 R$ 150,00 recolhidos automaticamente R$ 850,00 🏛️ Situação atual do projeto no Brasil O Split Payment ainda não está em vigor, mas já integra as discussões da Reforma Tributária e os projetos de modernização fiscal da Receita Federal. Desde 2023, o tema vem sendo estudado junto com: O Domicílio Eletrônico Tributário (DET); A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica Nacional (NFS-e Nacional); E a futura plataforma nacional de pagamentos integrados. A expectativa é que o modelo seja implementado de forma gradual, começando com operações digitais — especialmente pagamentos via Pix e marketplaces. 🚀 Benefícios esperados do Split Payment ✅ Simplificação tributária: menos guias e obrigações acessórias; ✅ Transparência total: tanto para empresas quanto para o Fisco; ✅ Segurança fiscal: redução drástica da inadimplência e autuações; ✅ Integração automática: cruzamento de dados em tempo real entre Receita, bancos e contribuintes. ⚠️ Desafios e impactos para as empresas Apesar dos benefícios, o Split Payment traz mudanças significativas na rotina empresarial: Gestão de caixa: as empresas deixarão de “segurar” o valor dos tributos, o que afeta o fluxo financeiro; Adequação tecnológica: será necessária integração entre sistemas contábeis, fiscais e bancários; Transparência total: operações irregulares ou não declaradas se tornam praticamente impossíveis. Empresas que não se adaptarem a tempo podem ter dificuldades de fluxo e conformidade. Por isso, o apoio contábil será essencial. 👥 O papel do contador no Split Payment No novo cenário, o contador se torna ainda mais estratégico. Ele será o responsável por: Analisar o impacto financeiro e tributário do Split Payment nos clientes; Ajustar sistemas e rotinas fiscais para atender às novas exigências; Acompanhar transações em tempo real; Garantir a conformidade tributária sem atrasos ou retrabalhos. A contabilidade passa a ser parceira direta da tecnologia e do Fisco, atuando como ponte entre empresa e governo. 📌 Conclusão: o futuro da arrecadação será automático O Split Payment é uma das inovações mais importantes em discussão no sistema tributário brasileiro. Embora ainda sem data oficial para implantação, o rumo é claro: a arrecadação será cada vez mais automatizada e digital. As empresas que se prepararem desde já — com o apoio de uma contabilidade moderna e conectada — sairão na frente, com mais segurança, eficiência e tranquilidade fiscal. 📞 Contiva Contabilidade — Simplificando o complexo para você empreender com segurança 🚀 Prepare sua empresa para o futuro da tributação! Fale com a Contiva Contabilidade e descubra como adaptar seus sistemas e processos para o modelo de Split Payment com segurança e eficiência. Categoria: Reforma Tributária Tags: split payment, Receita Federal, pagamento dividido, contabilidade digital, automação fiscal, reforma tributária 2025, obrigações acessórias

Contabilidade em Porto Alegre: o apoio que sua empresa precisa para crescer com segurança

Menu Close Nossos Serviços Serviços Abrir Minha Empresa Quero Troca de Contador Emissão de Certificado Digital Especialidades Contabilidade para Área de Saúde Contabilidade para Marketing Digital Contabilidade para Advogados Contabilidade para Representantes Comerciais Especialidades Contabilidade para Prestador de Serviços Contabilidade para TI Contato Contato Entrar em Contato Curriculo Enviar meu curriculo Nossos Serviços Serviços Abrir Minha Empresa Quero Troca de Contador Emissão de Certificado Digital Especialidades Contabilidade para Área de Saúde Contabilidade para Marketing Digital Contabilidade para Advogados Contabilidade para Representantes Comerciais Especialidades Contabilidade para Prestador de Serviços Contabilidade para TI Contato Contato Entrar em Contato Curriculo Enviar meu curriculo Contabilidade em Porto Alegre – Contiva Contabilidade Contabilidade em Porto Alegre Quando o assunto é contabilidade em porto alegre, muitos empreendedores buscam soluções que unam agilidade, confiança e atendimento humanizado. Afinal, a contabilidade em porto alegre é peça-chave para o sucesso de qualquer empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte. Com o apoio certo, é possível reduzir custos, evitar problemas fiscais e manter a gestão sempre organizada. Os contadores em porto alegre desempenham um papel fundamental nesse processo. Profissionais especializados conhecem a legislação local e oferecem um acompanhamento personalizado para cada tipo de negócio. Contar com contadores em porto alegre capacitados significa ter mais tranquilidade e tempo para focar no crescimento da empresa, deixando toda a parte burocrática nas mãos de quem entende do assunto. Se você procura um parceiro estratégico, um escritorio de contabilidade em porto alegre pode ser exatamente o que falta para alavancar seus resultados. Um bom escritorio de contabilidade em porto alegre atua não apenas com lançamentos contábeis e obrigações fiscais, mas também como um consultor para decisões financeiras inteligentes. Por que escolher uma contabilidade em Porto Alegre? Optar por uma contabilidade em porto alegre moderna e digital é essencial para acompanhar o ritmo do mercado atual. O ambiente empresarial muda rapidamente, e apenas uma contabilidade em porto alegre que une tecnologia e conhecimento pode garantir o cumprimento de todas as obrigações legais com eficiência. Além disso, os contadores em porto alegre auxiliam na análise de indicadores, planejamento tributário e gestão de fluxo de caixa, ajudando a empresa a se manter competitiva. Com o suporte de contadores em porto alegre, você consegue entender melhor seus números e tomar decisões mais seguras para o futuro do seu negócio. Escritorio de contabilidade em Porto Alegre: gestão completa Um escritorio de contabilidade em porto alegre vai muito além do básico. Ele acompanha de perto a rotina da sua empresa, identifica oportunidades de economia e orienta sobre enquadramentos tributários mais vantajosos. Ter um escritorio de contabilidade em porto alegre confiável é garantir que sua empresa esteja sempre em dia com o fisco e com uma gestão financeira sólida. Empresas que contam com uma boa contabilidade em porto alegre têm mais chances de crescer com sustentabilidade. Isso porque uma contabilidade em porto alegre eficiente cuida de todos os detalhes fiscais, trabalhistas e contábeis, evitando surpresas desagradáveis. Contadores em Porto Alegre para todos os segmentos Cada negócio tem suas particularidades, e os contadores em porto alegre entendem bem isso. Seja para empresas do Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, existem contadores em porto alegre especializados para oferecer o melhor suporte, garantindo conformidade e economia tributária. Com a ajuda de um escritorio de contabilidade em porto alegre, você não precisa se preocupar com prazos, declarações e obrigações acessórias. O escritorio de contabilidade em porto alegre cuida de tudo, permitindo que você se concentre no que realmente importa: o crescimento do seu negócio. Contiva Contabilidade: sua contabilidade em Porto Alegre moderna Se você está buscando uma contabilidade em porto alegre que ofereça soluções completas, atendimento digital e um time de contadores em porto alegre experientes, o momento é agora. A Contiva Contabilidade é um escritorio de contabilidade em porto alegre que une tecnologia, experiência e atendimento humanizado para simplificar sua rotina e garantir total segurança fiscal. A Contiva Contabilidade entende as necessidades das pequenas e médias empresas e oferece uma contabilidade em porto alegre moderna, acessível e eficiente. Nossa equipe de contadores em porto alegre está pronta para ajudar sua empresa a crescer com tranquilidade, mantendo tudo em dia com a legislação e otimizando sua gestão financeira. Não deixe para depois: fale agora mesmo com a Contiva Contabilidade, o escritorio de contabilidade em porto alegre que vai transformar a forma como você enxerga a contabilidade. 💬 Fale agora com a Contiva Contabilidade pelo WhatsApp e receba uma consultoria gratuita para sua empresa! 👉 Clique aqui para falar conosco no WhatsApp

O que precisa e quanto custa para abrir uma empresa Simples Nacional (ME)

Abrir uma empresa no regime de tributação do Simples Nacional como Microempresa (ME) pode ser uma excelente opção para quem deseja formalizar um negócio no Brasil, principalmente por sua simplicidade tributária e menores custos comparados a outros regimes. No entanto, é essencial estar ciente dos requisitos e dos custos envolvidos no processo. Abaixo, detalhamos os principais aspectos que você precisa considerar.   1. O que é o Simples Nacional? O Simples Nacional é um regime de tributação simplificado, voltado para Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). Ele unifica o pagamento de diversos impostos, como IRPJ, CSLL, PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, em uma única guia, conhecida como DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Isso facilita a vida do empresário, reduzindo a burocracia e, em muitos casos, o valor dos tributos pagos. Para ser enquadrada como Microempresa, a receita bruta anual da empresa deve ser de até R$ 360.000,00.   2. Passos para abrir uma Microempresa (ME) no Simples Nacional Aqui estão os principais passos para abrir uma empresa nesse regime: a) Escolha do tipo de atividade e nome empresarial Antes de mais nada, é importante definir o ramo de atuação da sua empresa. Isso vai determinar qual CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) será utilizado, o que impacta diretamente nos tributos que sua empresa pagará. Além disso, é necessário escolher o nome empresarial e verificar se ele está disponível no registro de empresas do seu estado. b) Registro na Junta Comercial O primeiro registro oficial é na Junta Comercial do estado onde a empresa será estabelecida. Nesse passo, é feito o contrato social ou a constituição da empresa individual. c) CNPJ Após o registro na Junta Comercial, é preciso solicitar o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) junto à Receita Federal. Esse processo geralmente é feito de forma automática logo após o registro na Junta, mas em alguns estados pode exigir um requerimento à parte. d) Inscrição Estadual e/ou Municipal Dependendo da atividade da empresa, é necessário solicitar a inscrição estadual (para empresas que atuam no comércio ou indústria) ou a inscrição municipal (para empresas prestadoras de serviços). e) Alvará de Funcionamento Em seguida, deve-se solicitar o alvará de funcionamento junto à prefeitura local, o que pode incluir inspeções do corpo de bombeiros, vigilância sanitária, entre outros, dependendo da natureza da empresa. f) Adesão ao Simples Nacional Por fim, depois de obtidas as inscrições e alvarás, a empresa deve optar pelo Simples Nacional no site da Receita Federal. A adesão só é permitida após o registro do CNPJ e a solicitação deve ser feita até 30 dias após a abertura da empresa, ou até o final de janeiro do ano seguinte à abertura, caso seja no final do ano.   3. Quanto custa abrir uma Microempresa no Simples Nacional? Os custos para abrir uma Microempresa no Simples Nacional podem variar dependendo da localidade e da complexidade da atividade da empresa. A seguir, uma média dos principais custos envolvidos: a) Taxas da Junta Comercial O registro na Junta Comercial possui taxas que variam de estado para estado. Em média, o valor gira em torno de R$ 100 a R$ 500, dependendo da natureza jurídica e do porte da empresa. b) Honorários de Contador O auxílio de um contador é fundamental no processo de abertura da empresa e, posteriormente, na manutenção das obrigações contábeis. O valor para abrir uma ME com auxílio contábil pode variar entre R$ 500 e R$ 2.000. Além disso, o empresário deverá pagar uma mensalidade ao contador, que pode variar de R$ 200 a R$ 1.000, dependendo do volume de transações da empresa. c) Certificados digitais Empresas que emitem notas fiscais eletrônicas ou precisam realizar outros procedimentos digitais, como assinaturas de contratos ou envio de obrigações acessórias, necessitam de um certificado digital. O custo de um certificado digital varia de R$ 200 a R$ 500 por ano, dependendo do tipo de certificado e do provedor. d) Alvarás e Licenças Dependendo da atividade da empresa, pode ser necessário obter alvarás e licenças específicas, como licenças sanitárias, ambientais, do corpo de bombeiros, entre outras. Esses custos também variam conforme a cidade e o tipo de atividade, mas podem variar de R$ 100 a R$ 2.000 ou mais.   4. Custos Mensais da Microempresa no Simples Nacional Após a abertura da empresa, é importante considerar os custos operacionais mensais: a) Impostos do Simples Nacional A carga tributária para empresas do Simples Nacional varia de acordo com a atividade da empresa e sua receita bruta. As alíquotas começam em 4% (comércio), 6% (indústria) e 15,5% (serviços), podendo aumentar conforme o faturamento anual. b) Contabilidade Como mencionado, o contador cobra uma mensalidade para manter as obrigações fiscais da empresa em dia, geralmente entre R$ 200 e R$ 1.000. c) Outros custos Dependendo da atividade, pode haver custos mensais com aluguéis, energia, internet, salários de funcionários, entre outros. 5. Vantagens e Benefícios do Simples Nacional Optar pelo Simples Nacional traz diversas vantagens, como: Unificação de impostos: Reduz a burocracia, permitindo o pagamento de até oito tributos em uma única guia. Alíquotas reduzidas: Em muitos casos, o Simples Nacional oferece uma carga tributária menor do que os regimes de Lucro Real ou Lucro Presumido. Facilidade de gestão: As obrigações acessórias são mais simples, facilitando a rotina do empresário.   Conclusão Abrir uma Microempresa no Simples Nacional é uma forma prática e acessível de formalizar um negócio no Brasil, especialmente para empreendedores que estão começando. Os custos iniciais e mensais são relativamente baixos em comparação com outros regimes tributários, e as vantagens oferecidas pelo Simples Nacional tornam a gestão do negócio mais simples e eficiente. Contudo, é importante contar com o apoio de um contador para garantir que todos os procedimentos sejam feitos corretamente e que a empresa esteja em conformidade com a legislação.

Os Desafios Mais Comuns que Podem Levar ao Fechamento de uma Empresa e Como Evitá-los

Uma das realidades mais desafiadoras para empreendedores é a possibilidade do fechamento de suas empresas. Enquanto o objetivo principal é sempre o sucesso, é crucial entender e enfrentar os obstáculos que podem levar ao encerramento de um negócio. Vamos explorar alguns dos problemas mais frequentes e estratégias para evitá-los: 1. Gestão Financeira Ineficiente A má gestão financeira é uma das principais razões para o fechamento de empresas. Problemas como falta de capital de giro, endividamento excessivo ou falha na análise de fluxo de caixa podem levar a dificuldades financeiras insuperáveis. Para evitar isso, é essencial: Planejamento Financeiro: Mantenha registros precisos e faça projeções realistas. Contabilidade Eficiente: Mantenha-se atualizado com suas finanças e busque aconselhamento contábil quando necessário. 2. Falta de Planejamento Estratégico Empresas sem um plano estratégico claro estão navegando às cegas. A falta de objetivos definidos, estratégias de crescimento ou adaptação às mudanças do mercado pode levar à estagnação ou ao declínio. A solução é: Definir Metas Claras: Estabeleça objetivos tangíveis e desenvolva um plano para alcançá-los. Contabilidade Eficiente: Mantenha-se atualizado com suas finanças e busque aconselhamento contábil quando necessário. 3. Problemas de Marketing e Vendas Mesmo com um ótimo produto ou serviço, se não houver estratégias eficazes de marketing e vendas, a empresa pode enfrentar dificuldades para se destacar e atrair clientes. A solução é: Investir em Marketing: Utilize estratégias de marketing digital, redes sociais e publicidade direcionada. Conhecer o Cliente: Entenda as necessidades do seu público-alvo e adapte seus produtos/serviços de acordo. 4. Falta de Inovação e Adaptação A incapacidade de se adaptar às mudanças no mercado e a falta de inovação podem tornar a empresa obsoleta. Para evitar isso: Fomentar a Inovação: Esteja aberto a novas ideias e tecnologias que possam melhorar seus produtos ou processos. Monitorar o Mercado: Esteja atento às tendências e antecipe as mudanças necessárias. 5. Problemas de Gestão e Liderança Uma gestão ineficaz e uma liderança fraca podem minar o potencial de crescimento de uma empresa. A solução é: Desenvolver Habilidades de Liderança: Invista no desenvolvimento das habilidades de liderança dos gestores. Estabelecer uma Cultura Organizacional Forte: Promova uma cultura de comunicação aberta, colaboração e responsabilidade. Em resumo, o sucesso de uma empresa está intrinsecamente ligado à capacidade de identificar, enfrentar e superar desafios. Ao reconhecer esses problemas comuns e implementar estratégias para lidar com eles, os empreendedores podem aumentar significativamente suas chances de crescimento sustentável e evitar o fechamento prematuro de seus negócios.

Como Reduzir a Carga Tributária para Representantes Comerciais

Como Reduzir a Carga Tributária para Representantes Comerciais

 

Para minimizar a carga tributária como representante comercial, é essencial considerar a estrutura jurídica adequada. Optando por atuar como pessoa jurídica, o representante comercial precisa cumprir com as obrigações fiscais conforme o enquadramento tributário de sua empresa. Para alcançar economias significativas nesse aspecto, a assessoria de uma contabilidade especializada se torna indispensável.

No cenário comercial, os representantes têm um papel fundamental na disseminação de novidades por todo o país. Suas comissões constituem o faturamento da empresa que eles devem estabelecer para estar em conformidade com as exigências fiscais, uma vez que a opção de atuar como pessoa física geralmente não é economicamente vantajosa.

Como o representante comercial pode pagar menos impostos?

Como mencionado anteriormente, para reduzir o pagamento de impostos como representante comercial, é essencial estabelecer uma empresa, o que implica em atuar como pessoa jurídica.

Isso se deve ao fato de que, ao operar como pessoa jurídica, é possível realizar um planejamento tributário, um processo que nunca deve ser confundido com sonegação fiscal.

O planejamento tributário é um direito concedido a todas as empresas, permitindo que escolham o enquadramento fiscal mais apropriado. Dessa forma, a empresa não paga impostos desnecessários, mas apenas aqueles que são devidos.

A escolha do enquadramento fiscal é uma etapa crucial no processo de estabelecimento de qualquer empreendimento, e é o contador quem possui a experiência necessária para analisar a empresa e selecionar entre os diversos regimes de tributação existentes no Brasil, que incluem:

Lucro Presumido

O Lucro Presumido é uma forma simplificada de calcular os impostos de renda e contribuição social sobre o lucro líquido.

Para se qualificar para esse regime, a empresa deve ter uma receita anual inferior a 78 milhões de reais ou uma média mensal de 6,5 milhões multiplicada pelo número de meses em que a empresa está operando nessa atividade.

É importante destacar que, nesse caso, os impostos são calculados com base na receita bruta multiplicada por uma taxa de presunção.

No caso do representante comercial, essa taxa de presunção é de 32%.

Assim, uma empresa desse ramo que adota o Lucro Presumido pagará: 15% de Imposto de Renda (IRPJ) sobre a base de presunção de 32%, 9% de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre os mesmos 32%. Além disso, essa categoria deve recolher 3% de COFINS, 0,65% de PIS, e o ISS, que pode variar de 2% a 5%, dependendo do município.

Como, então, um representante comercial pode reduzir seus impostos?

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Simples Nacional

Nesse regime, a empresa recolhe os impostos de forma unificada, o que significa que, se a empresa de representação comercial se enquadra no Simples Nacional, o pagamento de todos os impostos é feito por meio de uma única guia.

Todas as empresas que estão na lista de atividades permitidas podem optar por esse regime de tributação, e o representante comercial é uma delas. Nesse caso, a tributação varia de 15,5% a 22,45% sobre o faturamento.

REPRESENTANTE COMERCIAL tem um Beneficio que pode diminuir sua tributação passando de 15.5% para 6%

O outro regime de tributação existente no Brasil é o Lucro Real, mas, em geral, não é indicado para o representante comercial.

É importante observar que o representante comercial não se qualifica como Micro Empreendedor Individual (MEI).

Portanto, a maneira mais eficaz de reduzir legalmente os impostos é buscar orientação de uma assessoria contábil especializada. Além disso, uma dica valiosa é aproveitar a tecnologia, optando pela contabilidade online. Nesse modelo, os empresários têm acesso a documentos e podem esclarecer dúvidas em tempo real, a qualquer momento do dia.

Empresa pode ficar dispensada de pagar tributos durante pandemia

Empresa pode ficar dispensada de pagar tributos durante pandemia Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 950/20 suspende o pagamento de tributos federais, estaduais e municipais de empresas que não promoverem demissões durante a pandemia de Covid-19. O texto exclui casos de demissão por justa causa e inclui parcelamentos de dívidas tributárias. De acordo com a proposta, a suspensão também se aplica aos parcelamentos de tributos federais, celebrados administrativa ou judicialmente, sem a incidência de multa, juros ou atualização. Economia Segundo o deputado JHC, autor da proposta, há verdadeiro pavor sobre as repercussões econômicas com a pandemia, que podem ser superiores até às observadas durante a II Guerra Mundial.  “Como as medidas impostas para enfrentamento ao COVID19 terão repercussões em todas as áreas da economia, é correto que a Fazenda, em todos os seus níveis (municipal, estadual e federal), realize sacrifícios, ainda que tais medidas importem em uma momentânea suspensão com a saúde fiscal do país. Fonte: Agência Câmara de Notícias QUERO ABRIR MINHA EMPRESA QUERO TROCAR DE CONTADOR

Simples Nacional: Quem está proibido de aderir ao regime?

O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado que surgiu para facilitar a vida dos micro e pequenos empresários. Porém, fazer cálculos de alíquotas e outras taxas não é uma tarefa fácil. E é nesse momento que surgem muitas dúvidas sobre como fazer o pagamento dos impostos. E, para te ajudar nessa missão, separamos algumas dicas importantes para que você saiba exatamente como agir na hora de fazer o pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). O que é o Simples Nacional? Lançado em 2007, o Simples Nacional contempla as empresas que possuem uma receita bruta anual de até R$4,8 milhões e que não sejam sócias de outras, ou seja, um faturamento mensal de aproximadamente R$400 mil. O regime possui esse nome, pois une 8 tributos (IRPJ, CSLL, PIS/PASEP, Cofins, IPI, ICMS, ISS e CPP) em uma única maneira de cálculo de pagamento: IRPJ – Imposto de Renda de Pessoa Jurídica; CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido; PIS/PASEP – Programa de Integracao Social / Programa de Formacao do Patrimonio do Servidor Público; Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ; IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ; ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços; ISS – Imposto sobre Serviços; CPP – Contribuição Patronal Previdenciária. Interessante principalmente para quem não entende muito de contabilidade, não é mesmo? Mas, não se esqueça que o contador é o seu braço direito, pois é ele quem vai fazer o controle do negócio. Por isso, mantenha a sua comunicação bem alinhada com ele. Esse fator fará com que você tenha planejamento financeiro bem feito e com auxílio profissional. Como os tributos são calculados? A alíquota do Simples Nacional não é mais aplicada de acordo com uma taxa simples sobre a receita bruta do mês anterior. Desde o início de 2018, há um desconto fixo específico, que vai depender de cada faixa de enquadramento. Esse percentual de imposto não considera os impostos recuperáveis, como IPI e ICMS. Quando você já tiver esses dados em mãos, é hora de consultar a alíquota correspondente na Tabela do Simples Nacional, de acordo com a nova Lei Complementar nº 55, aprovada em 2016. Ela alterou as alíquotas, tabelas, atividades, limites de faturamento e muito mais. Quem está proibido de aderir ao Simples Nacional? Apesar de ser um regime que abrange grande parte das empresas brasileiras, existem as situações que impedem a opção pelo Simples Nacional. Confira à baixo quais são elas. Esta proibido de aderir ao Simples Nacional a empresa: que não tenha natureza jurídica de sociedade empresária, sociedade simples, empresa individual de responsabilidade limitada ou empresário individual; que tenha auferido, no ano-calendário imediatamente anterior ou no ano calendário em curso, receita bruta no mercado interno superior a R$ 4.800.000,00 ou ao limite adicional de igual valor para exportação de mercadorias e serviços; que tenha auferido, no ano-calendário de início de atividade, receita bruta no mercado interno superior ao limite proporcional de R$ 400.000,00 multiplicados pelo número de meses em funcionamento no período, inclusive as frações de meses, ou ao limite adicional de igual valor para exportação de mercadorias e serviços; de cujo capital participe outra pessoa jurídica; que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior; de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos da Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 4.800.000,00; cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que a 19 receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 4.800.000,00; cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 4.800.000,00; constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo; participe do capital de outra pessoa jurídica; exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar; seja resultante ou remanescente de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos 5 anos-calendário anteriores; seja constituída sob a forma de sociedade por ações; cujos titulares ou sócios guardem, cumulativamente, com o contratante do serviço, relação de pessoalidade, subordinação e habitualidade; explore atividade de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, gerenciamento de ativos (asset management), compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); tenha sócio domiciliado no exterior; de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal; possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa; preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros, exceto quando na modalidade fluvial ou quando possuir características de transporte urbano ou metropolitano ou realizar-se sob fretamento contínuo em área metropolitana para o transporte de estudantes ou trabalhadores; seja geradora, transmissora, distribuidora ou comercializadora de energia elétrica; exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas; exerça atividade de importação de combustíveis; exerça atividade de produção ou venda no atacado de: cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes, cervejas sem álcool e bebidas alcoólicas (exceto, a partir de 2018, as produzidas ou vendidas no atacado por micro e pequenas cervejarias, micro e pequenas vinícolas, produtores de licores e micro e pequenas destilarias); realize cessão ou locação de mão-de-obra; se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis; realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a prestação de serviços tributados pelo ISS; sem inscrição ou … Ler mais

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